Aberto concurso do IBGE 4 vagas para Iracema d, Oeste.
Instituições de Iracema.
domingo, 16 de maio de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
As diferenças das classes social.
O que é uma classe social?
Afirmando a existência da classe social, apresenta as características deste grupo: a) é semifechado, o que faz a diferença da classe social em relação às castas e estamentos. b) ‘normal’; c) solidário; d) antagônico a outros grupos (classes sociais) da mesma natureza; e) quase-organizado Não basta que existam indivíduos com status ocupacional, econômico e legal semelhante para que a classe exista. É preciso que haja a organização de uma parte desta coletividade e uma quase-organização da outra parte. A consciência de classe, composta por significados, valores e normas do grupo, surge quando esses indivíduos se organizam e cresce à medida que a classe se desenvolve. f) parcialmente consciente de sua própria unidade e existência; g) característico da sociedade ocidental dos séculos XVIII, XIX e XX; h) um grupo cujos limites são dados ao mesmo temo pelos vínculos ocupacional e econômico
O fato de pertencer a um mesmo grupo ocupacional e econômico repercute no comportamento e o modo de vida de cada indivíduo, fazendo com que os indivíduos de tal grupo possam ser considerados (e se considere) iguais entre si. Para Sorokin, o fundamento das similaridades entre os indivíduos de uma mesma classe é dado pela identidade na posição ocupacional, econômica e legal dos membros. Entretanto, o autor contraria a idéia de que classe é algo que se impõe igualmente a todos os indivíduos ao expor o caráter e os limites da classe. Esta concepção evita, segundo Sorokin, a redução da classe ou ao fundamento econômico, ou ocupacional ou ao da estratificação, e a generalização deste, tal como é feita por algumas definições de classe marxistas. Respondendo à questão de quantas classes surgiram ao longo da história no mundo ocidental, Sorokin diz que de um ponto de vista macroscópico, podem ser distinguidas quatros grandes classes ao longo da história ocidental: a) proletários, b) camponeses, c) senhores de terra e d) capitalistas. O autor define a classe operária como um grupo ocupacional, formado por indivíduos que desempenham funções manuais (operários de fábricas, manufaturas, minas e transportes) e outros que desempenham funções mais “intelectuais” que manuais, o “proletariado intelectual” (escriturários, funcionários públicos subalternos), que exercem funções subordinadas e parcialmente rotinizadas. Além disso, o operariado também é um grupo econômico que: a) subsiste exclusivamente a partir da venda de sua força de trabalho no mercado e não possui nenhuma significativa fonte de renda, o que impedea sua ascensão da maioria dos seus membros; b) não é proprietário dos instrumentos de produção; c) possui baixo nível salarial e de renda. Além desses pontos, uma outra característica da classe proletária é de natureza legal: a menor soma total de direitos e privilégios em relação às outras classes. Estas características básicas formam o fundamento da classe proletária, e a este são acrescidos fatores superestruturais como traços físicos e mentais, interesses, crenças, gostos, aspirações e ideais, modos de vida e de organização política. O autor aponta uma proximidade maior entre as classes camponesa e proletária, devido às similaridades de natureza ocupacional, econômica e legal, que são os vínculos primários para definição de uma classe. Ele diz que é mais fácil se criar um partido operário camponês do que uma aliança entre proletários ou camponeses e capitalistas ou senhores de terra. Por esta razão é que ele diz que nos EUA, que são uma sociedade onde a mobilidade social vertical é mais desenvolvida, a diferenciação entre as classes é menos perceptível do que em sociedades com baixa mobilidade vertical.

A desigualdade socialA chamada classe social nada mais é que a divisão de pessoas feita a partir do seu status social e de outros fatores ligados a ele. É resultado da forma com que as pessoas viviam desde o período da Idade Média quando havia os estamentos, formação de camadas sociais, onde os senhores feudais e o clero eram “os indivíduos da classe alta", os servos “os indivíduos da classe baixa”, porém adaptadas à situação do seu momento histórico.
A divisão de indivíduos a partir das classes sociais demonstra a desigualdade existente em um mesmo território, seja ela econômica, profissional e até mesmo de oportunidades. Como fato normal (como é encarado na atualidade), pode-se perceber claramente em organizações a diferença entre pessoas de classes sociais altas e baixas. São pessoas muito bem vestidas, atualizadas e portadoras de grande conhecimento em oposição a pessoas mal instruídas que somente conseguem acatar ordens, sem ao menos poder opinar sobre o resultado do trabalho a ser executado, por falta de conhecimento.
A chegada do capitalismo fez com que as diferenças entre pessoas ficassem em evidência, pois as pessoas que tinham condições para estabelecer ordens e possuir funcionários compunham a classe alta enquanto aqueles que recebiam e executavam as ordens preenchiam a classe média e baixa de acordo com seu grau de instrução e sua remuneração.
Dessa forma, pessoas que não conseguem estudar e melhorar suas condições de vida infelizmente torna-se cada vez mais atrasadas, resultando na dificuldade em conseguir emprego e renda, em contrapartida, as pessoas com grau de instrução melhor tende a cada dia mais se atualizar e renovar seus conhecimentos, fazendo com que suas oportunidades sejam mais amplas. É o que diz o velho ditado popular: “O rico cada vez fica mais rico e o pobre cada vez fica mais pobre.”
Afirmando a existência da classe social, apresenta as características deste grupo: a) é semifechado, o que faz a diferença da classe social em relação às castas e estamentos. b) ‘normal’; c) solidário; d) antagônico a outros grupos (classes sociais) da mesma natureza; e) quase-organizado Não basta que existam indivíduos com status ocupacional, econômico e legal semelhante para que a classe exista. É preciso que haja a organização de uma parte desta coletividade e uma quase-organização da outra parte. A consciência de classe, composta por significados, valores e normas do grupo, surge quando esses indivíduos se organizam e cresce à medida que a classe se desenvolve. f) parcialmente consciente de sua própria unidade e existência; g) característico da sociedade ocidental dos séculos XVIII, XIX e XX; h) um grupo cujos limites são dados ao mesmo temo pelos vínculos ocupacional e econômico
O fato de pertencer a um mesmo grupo ocupacional e econômico repercute no comportamento e o modo de vida de cada indivíduo, fazendo com que os indivíduos de tal grupo possam ser considerados (e se considere) iguais entre si. Para Sorokin, o fundamento das similaridades entre os indivíduos de uma mesma classe é dado pela identidade na posição ocupacional, econômica e legal dos membros. Entretanto, o autor contraria a idéia de que classe é algo que se impõe igualmente a todos os indivíduos ao expor o caráter e os limites da classe. Esta concepção evita, segundo Sorokin, a redução da classe ou ao fundamento econômico, ou ocupacional ou ao da estratificação, e a generalização deste, tal como é feita por algumas definições de classe marxistas. Respondendo à questão de quantas classes surgiram ao longo da história no mundo ocidental, Sorokin diz que de um ponto de vista macroscópico, podem ser distinguidas quatros grandes classes ao longo da história ocidental: a) proletários, b) camponeses, c) senhores de terra e d) capitalistas. O autor define a classe operária como um grupo ocupacional, formado por indivíduos que desempenham funções manuais (operários de fábricas, manufaturas, minas e transportes) e outros que desempenham funções mais “intelectuais” que manuais, o “proletariado intelectual” (escriturários, funcionários públicos subalternos), que exercem funções subordinadas e parcialmente rotinizadas. Além disso, o operariado também é um grupo econômico que: a) subsiste exclusivamente a partir da venda de sua força de trabalho no mercado e não possui nenhuma significativa fonte de renda, o que impedea sua ascensão da maioria dos seus membros; b) não é proprietário dos instrumentos de produção; c) possui baixo nível salarial e de renda. Além desses pontos, uma outra característica da classe proletária é de natureza legal: a menor soma total de direitos e privilégios em relação às outras classes. Estas características básicas formam o fundamento da classe proletária, e a este são acrescidos fatores superestruturais como traços físicos e mentais, interesses, crenças, gostos, aspirações e ideais, modos de vida e de organização política. O autor aponta uma proximidade maior entre as classes camponesa e proletária, devido às similaridades de natureza ocupacional, econômica e legal, que são os vínculos primários para definição de uma classe. Ele diz que é mais fácil se criar um partido operário camponês do que uma aliança entre proletários ou camponeses e capitalistas ou senhores de terra. Por esta razão é que ele diz que nos EUA, que são uma sociedade onde a mobilidade social vertical é mais desenvolvida, a diferenciação entre as classes é menos perceptível do que em sociedades com baixa mobilidade vertical.
A desigualdade social
A divisão de indivíduos a partir das classes sociais demonstra a desigualdade existente em um mesmo território, seja ela econômica, profissional e até mesmo de oportunidades. Como fato normal (como é encarado na atualidade), pode-se perceber claramente em organizações a diferença entre pessoas de classes sociais altas e baixas. São pessoas muito bem vestidas, atualizadas e portadoras de grande conhecimento em oposição a pessoas mal instruídas que somente conseguem acatar ordens, sem ao menos poder opinar sobre o resultado do trabalho a ser executado, por falta de conhecimento.
A chegada do capitalismo fez com que as diferenças entre pessoas ficassem em evidência, pois as pessoas que tinham condições para estabelecer ordens e possuir funcionários compunham a classe alta enquanto aqueles que recebiam e executavam as ordens preenchiam a classe média e baixa de acordo com seu grau de instrução e sua remuneração.
Dessa forma, pessoas que não conseguem estudar e melhorar suas condições de vida infelizmente torna-se cada vez mais atrasadas, resultando na dificuldade em conseguir emprego e renda, em contrapartida, as pessoas com grau de instrução melhor tende a cada dia mais se atualizar e renovar seus conhecimentos, fazendo com que suas oportunidades sejam mais amplas. É o que diz o velho ditado popular: “O rico cada vez fica mais rico e o pobre cada vez fica mais pobre.”
terça-feira, 30 de março de 2010
A agua sendo disputada na guerra.
A nossa sobrevivência na Terra está ameaçada. Sem alimento, o ser humano resiste até 40 dias; sem água, morre em 3 dias. Somos água! Mas, enquanto a população se multiplica e a poluição recrudesce, as fontes de água desaparecem.
Na guerra do momento - Israel em Gaza -, por que a mídia não fala sobre a água - um dos itens mais importantes dos conflitos no Oriente Médio?
Oriente Médio... uma região aonde água vale mais do que petróleo... E sempre nos passam a idéia de que lá as guerras ocorrem pela conquista das reservas de petróleo.
E a conquista das reservas de água? Em 1997, o então vice-diretor geral da UNESCO, Adnan Badran, no seminário "Águas transfronteiriças: fonte de paz e guerra" (que centrou os debates nas águas do Mar Aral, do rio Jordão, do Nilo...) disse que "a água substituirá o petróleo como principal fonte de conflitos no mundo".
Embora Israel tenha sérios problemas com recursos hídricos, detém o controle dos suprimentos de água, tanto seus como da Palestina.
Além de restringir o uso d'água, luta pela expansão do seu território para obter mais acesso e controle deste recurso natural. Ali, ele é o "dono" das:
- águas superficiais: bacia do rio Jordão (incluindo o alto Jordão e seus tributários), o mar da Galiléia, o rio Yarmuk e o baixo Jordão;
- águas subterrâneas: 2 grandes sistemas de aqüíferos: o aqüífero da Montanha (totalmente sob o solo da Cisjordânia, com uma pequena porção sob o Estado de Israel), aqüífero de Basin e o aqüífero Costeiro que se estende por quase toda faixa litorânea israelense até Gaza.
Tais águas são 'transfronteiriças', recursos naturais compartilhados. Segundo recente inventário da UNESCO, 96% das reservas de água doce mundiais estão em aqüíferos subterrâneos, compartilhados por pelo menos dois países.
Há regras internacionais para o uso dessas águas. Algumas destas obrigam Israel a fornecer água potável aos palestinos.
Mas Israel não compartilha a água; afinal, tais regras internacionais não prevêem mecanismos de coação ou coerção; é letra morta. O Tribunal Internacional de Justiça, até hoje, condenou apenas um caso relacionado com águas internacionais.
A estratégia de Israel é outra. Em 1990, o jornal Jerusalém Post publicou que "é difícil conceber qualquer solução política consistente com a sobrevivência de Israel que não envolva o completo e contínuo controle israelense da água e do sistema de esgotos, e da infra-estrutura associada, incluindo a distribuição, a rede de estradas, essencial para sua operação, manutenção e acessibilidade"(1). Palavras do ministro da agricultura israelense sobre a necessidade de Israel controlar o uso dos recursos hídricos da Cisjordânia através da ocupação daquele território.
O Acordo de Paz de Oslo de 1993, por exemplo, estipulou que os palestinos deveriam ter mais controle e acesso à água da região.
Nessa época, segundo o professor da Hebrew University, Haim Gvirtzman, dos 600 milhões de metros cúbicos de água retirados anualmente de fontes na Judéia e Samaria, os israelenses usavam quase 500 milhões, satisfazendo cerca de um terço de suas necessidades hídricas. Para ele, isso gerou um 'direito adquirido sobre a água'. Questionado sobre o acesso palestino à água, o professor respondeu:
"Israel deve somente se preocupar com um padrão mínimo de vida palestino, nada mais, o que significa suprimento de água para eles só para as necessidades urbanas. Isso chega a cerca de cinqüenta/cem milhões de metros cúbicos por ano. Israel é capaz de suportar essa perda. Portanto, não deveríamos permitir que os palestinos desenvolvessem qualquer atividade agrícola, porque tal desenvolvimento virá em prejuízo de Israel. Certamente, nunca permitiremos aos palestinos suprir as necessidades hídricas da Faixa de Gaza por meio do aqüífero montanhoso. Se purificar a água do mar é uma solução realista, então deixemos que o façam para as necessidades dos residentes da Faixa de Gaza".
E na Guerra pela Água vale tudo: os israelenses bombardeiam tanques d'água, grandes ou pequenos (muitas vezes construídos nos telhados das casas), confiscam as bombas d'água, destroem poços, proíbem que explorem novos poços e novas fontes d'água (a Cisjordânia, em 2003, contava com cerca de 250 fontes ilegais e a Faixa de Gaza, com mais de 2 mil). Israel irriga 50% das terras cultivadas, mas a agricultura na Palestina exige prévia autorização.
Então, furto de água das adutoras de Israel é comum naquela região.
A regra do jogo é esta: enquanto o palestino não tem acesso à água para beber, o israelense acostumou-se ao seu uso irrestrito.
Sendo assim, dá pra imaginar uma outra forma de divisão ou de uso compartilhado desses recursos hídricos para os próximos anos? Dá pra imaginar a sobrevivência de qualquer estado e, nesse caso, da Palestina sem o controle efetivo do acesso e da distribuição dos recursos hídricos que necessita?
Botar a mão na água é coisa antiga. Britânicos e franceses no Oriente Médio definiram as fronteiras (em especial da Palestina) de olho nas águas da bacia do rio Jordão.
Desde 1948, Israel prioriza projetos, inclusive bélicos, para garantir o controle de água na região. Dentre estes:
- a construção do Aqueduto Nacional (National Water Carrier);
- em 1967, anexou os territórios palestinos de Gaza e Cisjordânia e tomou da Síria as Colinas do Golã, ricos em fontes de água, para controlar os afluentes do Rio Jordão. Sobre esta guerra, Ariel Sharon falou que a idéia surgiu em 1964, quando Israel decidiu controlar o suprimento d'água;
- em 2002, a construção o 'muro de segurança' viabilizou o controle israelense da quase totalidade do aqüífero de Basin, um dos três maiores da Cisjordânia, que fornece 362 milhões de metros cúbicos de água por ano. Segundo Noam Chomsky, "o Muro já abarcou algumas das terras mais férteis do lado oriental. E, o que é crucial, estende o controle de Israel sobre recursos hídrico críticos, dos quais Israel e seus assentados podem apropriar-se como bem entenderem..." (2). Antes do muro, ele já fornecia metade da água para os assentamentos israelenses. Com a destruição de 996 quilômetros de tubulação de água, agora falta água para beber à população palestina do entorno do muro;
- antes de devolver (simbolicamente) a Faixa de Gaza, Israel destruiu os recursos hídricos da região. E, até hoje, não há infra-estrutura hídrica nas regiões palestinas.
Quantos falam a respeito disso?
Em 2003, na 3ª Conferência Mundial sobre Água, em Kyoto, Mikhail Gorbachev bateu na tecla dos conflitos mundiais pela água: contabilizou, na época, 21 conflitos armados que objetivavam apropriação de mais fontes de água; destes, 18 ocorreram em Israel.
Gestão conjunta, consumo igualitário de água, ética e consenso na água - palavras bonitas no papel, nas mesas de negociação, na mídia. Na prática, é utopia.
O que a ONU e os donos do planeta estão esperando para exigir que Israel cumpra as regras internacionais sobre águas mesmo que estas contidas em convenções, acordos, declarações (e outras abobrinhas)?
Quem vai ter coragem de criar regras claras e objetivas para punir a violação dos direitos dos povos e nações à sua soberania sobre seus recursos e riquezas naturais?
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Cobrança de iluminação publica é inaceitavel
Tema: Cobrança pela iluminação pública.
A cobrança da taxa de iluminação pública é inconstitucional, fere o Código de Defesa do Consumidor e pode ser cancelada por qualquer usuário. Quase todos os consumidores de Energia Elétrica pagam a CIP – contribuição de energia elétrica, que só mudou o nome para tentar se revestir de legalidade. Ademais, não há critérios de fixação do valor e o valor da cobrança para consumidores residenciais difere para cada um, em percentual, sem qualquer fundamento. Em vários municípios brasileiros foi considerada inconstitucional e deixou de ser paga pelos usuários. Saiba como cancelar o pagamento, como obter iluminação pública e quem vai pagar a despesas com a contribuição de ilumiQuem não quiser pagar -Os consumidores que se sentirem lesados podem procurar o escritório da Concessionária e pedir a suspensão da cobrança . Para isso basta levar um talão de luz, o CPF e a carteira de identidade e solicitar a suspensão da cobrança na conta de energia. Conforme a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, a cobrança desrespeita o Código de Defesa do Consumidor, e portanto, deve ser extinta. Os estudiosos de Direito sabem que os municípios recebem 25% do ICMS arrecadado pelos Estados em seu território para fazer face às despesas com a iluminação de logradouros públicos, entre outras coisas. Portanto, o município recebe do Estado para prestar este serviço. Desta maneira, os consumidores pagam duas vezes pelo serviço de iluminação pública. Uma com a taxa inclusa na conta de energia elétrica e outra nos impostos que são repassados aos Estados e revertidos aos municípios.
Embora seja cobrada indevidamente,na maioria das vezes, o é, por sistema de convênios com a própria prefeitura, razão pela qual a respectiva “ repetição em débito”, que é a denominação do instituto jurídico que pede a devolução das importâncias pagas pelo usuário, não vem fundamentada no dispositivo contido na lei do consumidor, ou seja, não vem devolvida em dobro, as quantias indevidas recolhidas. A relação é com a Prefeitura e não com a concessionária, que simplesmente recolhe o que a Prefeitura determina.
Se não tiver sucesso administrativamente para o cancelamento da cobrança, procure um profissional para ajuizar ação judicial com esta pretensão. Saiba que o Ministério Público é legitimado para intentar ação pública, na qual, a sentença favorável beneficiará a todos, ao invés de surgirem várias ações individuais, que certamente irão tumultuar a máquina judiciária.Na ação pública.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Não se deixe enganar com a verdadeira nota de dinheiro.
As cédulas de real possuem elementos de seguranças para não serem falsificadas, mas ainda há fasificações ai vai uma dica para voce não se enganar. Se pegar uma nota que não tenha estas caracteristicas de seguranças recu
se é falsa e quem estiver portanto notas ou pasando sera punido de acordo com a lei.
se é falsa e quem estiver portanto notas ou pasando sera punido de acordo com a lei.
Clique na imagem para ver os codigos de segurança.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Frases.
1)O sucesso geralmente vem para aqueles que estão muito ocupados para ficar procurando por?
2) É até cômico, mas devemos agradecer aos nossos perseguidores, sem eles não conseguiríamos chegar ao topo!ele.
3)Solidariedade é a dor do outro doendo em mim.
domingo, 17 de janeiro de 2010
Esperança e Desesperança.
Há dias em nossas vidas que temos a impressão de que chegamos no fim do caminho. Olhamos para frente e não vemos nem uma saída. Não há uma luz no fim do túnel e não há também nem uma possibilidade de voltar. Parece que todos os nossos projetos, objetivos foram levados para bem distante. Estamos sem condições de torná-los realidade, de alcançá-los. Parece mesmo que o outono da nossa existência fez com que secasse as nossas esperanças, e o vento forte do inverno veio para varrer das nossas mãos todos os nossos sonhos acalentados. A morte vem e arrebata os afetos de nossa alma, deixando-nos o coração dilacerado. Sentimo-nos perdidos, não sabemos que rumo tomar. Ficamos atônitos, sem nem uma ação ou reação. Sentimo-nos como árvore ressecada, sem folhas, sem brilho, sem vontade de viver. É a desesperança.
De repente, como acontece com a natureza, a primavera vem e muda toda a paisagem. As árvores secas enchem-se de frutos verdes e logo estão cobertas de folhas e flores. O tom acinzentado cede lugar às cores vivas e tonalidades mil. É a esperança. Os entes queridos que nos antecederam na viagem de retorno à pátria espiritual, um dia estarão novamente juntos aos nossos corações saudosos., num abraço de carinho e afeição. Tudo na natureza volta a sorrir. A relva verde fica bordada de flores, de variadas matizes. As borboletas bailam no ar. Os pássaros nos brindam com suas sinfonias harmoniosas. Tudo é vida.
Assim ,quando a chama da esperança reascende em nosso íntimo, os nossos sonhos, desfeitos, são substituídos por outros anseios, outros desejos. Nossos objetivos se modificam, e o entusiasmo nos invade a alma.
Jesus, o sublime Galileu, falou-nos de esperança no Sermão da Montanha, com o suave canto das Bem-Aventuranças. Exemplificou-nos os seus ditos e feitos. Enfim, toda a sua mensagem é de esperança. Por isso alimente os seus sonhos, com a esperança de um mundo feito de pessoas como você.
Aproveite, viva a vida com intensidade, respeitando o espaço de cada uma das pessoas que se fazem presentes na face da Terra. Se a desesperança cercar-se de nós, vamos lembrar o amigo dos céus: "Meu fardo é leve e meu julgo é suave". Pois bem, se o fardo é leve, por que não o conduzimos e se o seu julgo é suave, por que não o aceitamos? Vamos levar a vida adiante, acreditando, especialmente, naquela força maior que nos deu vida, Deus, independente de qual seja o nome que você dê a ele. Saibamos aproveitar com sabedoria qualquer momento que a nós é oferecido, momento como esse que estamos vivendo, pra dizer quem sabe um... eu te amo!
sábado, 16 de janeiro de 2010
Otimismo.
O Vencedor e o perdedor
Um vencedor é sempre parte da resposta
Um perdedor é sempre parte do problema
Um vencedor possui sempre um programa
Um perdedor possui sempre uma desculpa
Um vencedor diz "Deixe-me ajudá-lo"
Um perdedor diz "Não é minha Obrigação"
Um vencedor vislumbra uma resposta para cada problema
Um perdedor vê todos os problemas, sem Resposta
Um vencedor diz "Pode ser dificil, mas não impossivel"
Um perdedor diz "pode ser possivel, mas é dificil"
Um venvedor entende que sem Deus
não poderá encontrar-se com o melhor,
para a sua Vida.
Um perdedor crê que pode viver sempre
baseado em seus Recursos póprios e seu
orgulho pessoal .
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
O Adeus...
Já se foi só ficou o aprendizado que não vai se esquecer as batalhas conquistada.
Mas a saudade será que vamos superala o tempo será a resposta, batalhas que só começarão que teremos que continuar mas a força vai trazer as conquista o desejo da nossa professora que nos ensinou tanto.
Zilda Arns Nuca sera Esquecida.
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